Comparação

Runflow e Make: o cenário visual e o processo que decide sozinho.

Automação visual cobrada por crédito de ação. Onde o cenário resolve e onde o custo passa a acompanhar o número de passos.

A diferença

Em um parágrafo.

O Make é bom naquilo que promete: desenhar visualmente um cenário que liga sistemas, sem programar. Dois pontos mudam a conversa. O primeiro é a natureza do processo: cenário executa passo, agente toma decisão. O segundo é a conta: cada ação de módulo consome um crédito, então o custo acompanha o número de passos do cenário, e não o resultado que ele produz.

Lado a lado

Make e Runflow.

A comparação é de modelo de entrega, não de lista de recurso. Recurso muda de mês para mês; quem constrói, quem sustenta e como se cobra é o que decide o projeto.

MakeRunflow
O que éPlataforma de automação visual e construtor de fluxo no-code, na descrição do próprio Make.Plataforma de orquestração de agentes de IA, mais os engenheiros (Forward Deployed) que implantam com o seu time.
Quem constrói o que vai para produçãoSeu time, montando o cenário módulo a módulo.Nossos engenheiros, dentro da sua operação, construindo junto do seu time.
O que acontece depois do go-liveSeu time mantém e ajusta.Ficamos no ciclo de ajuste depois do go-live, e o seu time assume quando quiser.
Integração com o sistema que roda a casaCatálogo de aplicativos e módulo de HTTP para o que não tem.Mais de 150 conectores para ERP, CRM, APIs e canais. O que não tem conector vira MCP.
Governança para setor reguladoHistórico de execução do cenário e controles de organização.Trilha por decisão com replay, aprovação humana nos pontos de risco e custo por área, prontos.
Como se cobraPor crédito. Cada ação de módulo do cenário consome um crédito, conforme a documentação do Make.Por escopo, definido no diagnóstico gratuito. Sem taxa de setup escondida.
Onde o dado rodaServiço em nuvem.Sua nuvem, com as suas chaves, ou operado pela Runflow. Isolamento por cliente e conformidade com a LGPD.
Escolha honesta

Nem sempre a resposta somos nós.

Quando o Make é a escolha certa

  • O time de operações precisa enxergar o fluxo desenhado, e não quer depender de quem programa.
  • O processo é determinístico, com poucos passos e volume controlado.
  • O custo precisa ser baixo e o caso não é crítico.
  • A integração é entre aplicativos de nuvem que já estão no catálogo.

Quando a Runflow é a escolha certa

  • O cenário cresceu a ponto de o custo por crédito acompanhar cada passo, e o que interessa é o resultado.
  • O caso exige interpretação: entender, consultar os sistemas e decidir o próximo passo.
  • O processo é regulado e precisa de trilha auditável e aprovação humana.
  • Não sobra time interno para construir e sustentar o que for para produção.

Na prática as duas convivem, e é assim que recomendamos. O caminho determinístico segue na ferramenta que você já usa, e o agente assume o que exige interpretação. A Runflow integra com o que já está rodando.

Resultado

O que mudou em operação de verdade.

Osten Group

na conversão de contato para visita, com o pré-atendimento saindo de 7 para 2 pessoas.

+30%

PX Ativos Judiciais

de conversão no primeiro contato, cerca de R$ 1,5 milhão convertido no ano sem aumentar o time.

4% para 10%

Vero

economizados em horas extras.

R$ 2 milhões
Comece pelo caso, não pela ferramenta

Traga um processo real e veja o que muda.

No diagnóstico gratuito olhamos o processo que você tem hoje e dizemos com franqueza se o caso pede um agente ou se a ferramenta que você já usa resolve.

Outras comparações

Está avaliando mais de uma.

Informações sobre o Make conforme o material público em make.com, consultado em 24 de agosto de 2026.